Por que agentes de IA não são “produção”: contratos e aprovações
Agentes de IA conectados a ferramentas podem funcionar bem em demos, mas o texto defende que o “limite de produção” não é a escolha do modelo e sim a capacidade de o agente alterar estado. Quando um agente pode mudar recursos, aprovação, identidade, atribuição e verificação precisam virar preocupações centrais do sistema, com governança que persista além de um único turno da conversa.
O artigo propõe que líderes padronizem contratos como contexto, estado, ferramentas, controle e conclusão antes de escalar a autonomia dos times. Também destaca que aprovação, execução e conclusão são provas diferentes: uma ação pode rodar sem resolver o problema, e a verificação precisa confirmar se o objetivo do incidente foi atingido, com evidências registradas e auditoria do que foi alterado.
LeadDev
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