CSCs querem IA em escala, mas precisam amadurecer processos e governança
Centros de Serviços Compartilhados (CSCs) brasileiros já consideram aplicar inteligência artificial: levantamento do IEG indica que 80% dos centros avaliam usar IA, mas apenas 10% utilizam a tecnologia hoje. O gap entre intenção e maturidade aparece junto do interesse em Hiperautomação, combinando IA, automação de processos, integração de sistemas e análise de dados.
Especialistas defendem que a IA só gera valor quando vem depois de uma base operacional bem estruturada, com padronização de processos, governança, integração e indicadores para orquestrar demandas de ponta a ponta. Casos citados incluem a Atlantica Hospitality International, com plataforma única e mais de 200 mil demandas anuais, a Ancar Ivanhoe, que digitalizou mais de 150 processos em seis meses, e o Grupo Ser Educacional, que reduziu o tempo médio de atendimento de 10 para 5 dias e economizou 15 mil horas por ano.
Canaltech
O texto acima é um resumo reescrito. A apuração, o texto integral e os créditos são da fonte — abra o original para ler na íntegra.
Ler matéria original ↗Resumo gerado por IA a partir da matéria original e revisto pelo método descrito em como funciona a curadoria. Em caso de divergência, vale o texto da fonte. Achou um erro? Fale com a gente.