Galaxy Watch usa PPG, acelerômetro e IA para estimar sono e SpO₂
As luzes na parte de trás de um smartwatch fazem mais do que “piscar”: elas integram sensores ópticos, acelerômetro, giroscópio e algoritmos de inteligência artificial para transformar sinais do corpo em métricas na tela. No Galaxy Watch, o sensor óptico usa fotopletismografia (PPG), emitindo luz sobre a pele e analisando como ela é absorvida e refletida pelos tecidos.
Com base nas variações do fluxo sanguíneo detectadas pela PPG — incluindo luz verde para acompanhar mudanças ligadas aos batimentos — o relógio estima frequência cardíaca e também usa comprimentos de onda como vermelho e infravermelho para ajudar na estimativa de oxigenação (SpO₂). Para identificar início, fim e estágios do sono, o sistema cruza movimentação (acelerômetro e giroscópio) com sinais fisiológicos ao longo do tempo, evitando confundir alguém dormindo com quem está apenas imóvel.
Canaltech
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