A Spotify ampliou o uso de desenvolvimento assistido por IA e mais que dobrou as mudanças mensais mescladas, de cerca de 8.100 para 17.000 ano a ano em agosto. Com o aumento do volume de alterações nos sistemas de produção, a empresa ajustou controles de qualidade e confiabilidade para lidar com a nova escala.
A companhia opera quase 3.000 serviços de produção para 777 milhões de usuários ativos mensais e relata desafios em processamento de conteúdo, automação de frota e capacidade de computação. Entre as respostas estão melhorias em monitoramento e testes, salvaguardas de rollout e capacidade de rollback, além da adoção do Honk, um agente de codificação em background que executa o Claude via Agent SDK em pods no Kubernetes.
Pesquisadores apresentaram na conferência KDD o estudo “GEO: Generative Engine Optimization”, voltado a melhorar a visibilidade de conteúdos nas respostas de mecanismos generativos. Nos testes descritos, intervenções específicas aumentaram a presença em até 40%, variando conforme o tema pesquisado.
O movimento é comparado ao SEO, mas com uma diferença: ao perguntar a uma inteligência artificial, muitas vezes o usuário recebe uma resposta pronta em vez de uma lista de opções. O texto destaca ainda como a construção de um “rastro público” — entrevistas, artigos, participações e fontes — pode influenciar o que sistemas como os buscadores associados ao ChatGPT encontram e citam, exigindo que assessorias e relações públicas considerem como esses dados são lidos e organizados.
A Starlink já permite que celulares se conectem diretamente aos satélites por meio da tecnologia Direct to Cell, sem a antena usada no serviço residencial. A proposta evoluiu de mensagens de texto para acesso a dados e chamadas via aplicativos, com operação feita em parceria com operadoras de telefonia que disponibilizam parte das frequências.
No Brasil, Vivo e Starlink participam de um ambiente experimental autorizado pela Anatel, com permissão válida até abril de 2029, mas ainda sem oferta comercial ampla. Enquanto isso, a SpaceX recebeu autorização da FCC para implantar até 15 mil satélites de nova geração, com novas frequências para ampliar cobertura e capacidade, inclusive em ambientes internos, aproximando a tecnologia de serviços móveis mais avançados.
A Motorola reuniu três ofertas da linha Moto g com conectividade 5G, câmera principal de 50MP com inteligência artificial e baterias pensadas para durar o dia inteiro. O Moto g35 5G traz tela de 6,7 polegadas com Superbrilho, 256GB de armazenamento, 4GB de RAM física mais 8GB de RAM Boost e NFC para pagamentos por aproximação.
O Moto g06 aparece com bateria de 5200 mAh, tela de 6,9 polegadas e câmera de 50MP com IA, com 128GB de armazenamento e 12GB de memória disponível (4GB RAM + 8GB RAM Boost). As ofertas incluem versões em Azul Marinho e Laranja, e o texto alerta que o estoque pode ser limitado e sair do ar a qualquer momento.
Uma falha em uma linha de transmissão em Ashburn, na Virgínia, derrubou mais de 3 gigawatts de carga em segundos, em 22 de julho de 2026, afetando o maior cluster de data centers do mundo. Dois anos antes, um único componente de proteção contra surtos falhou e derrubou cerca de 60 instalações na Virgínia, somando 1.500 megawatts. O texto aponta que esses eventos não foram falta de geração, mas falhas de arquitetura para lidar com cargas que mudam de forma uniforme e rápida.
Data centers voltados a IA podem oscilar 70% do consumo em milissegundos durante treinos e, ao primeiro sinal de problema no upstream, desligar para proteger o parque de computação. A proposta é redesenhar o “stack” de energia: elevar a operação para média tensão, mover equipamentos para perto da subestação e usar um sistema inline que não dependa de baterias para detectar e comutar. Em testes no National Laboratory of the Rockies, o sistema teria superado requisitos de ride-through de tensão em condições de falha, com folga.
A autonomia exibida no painel de um carro elétrico pode variar durante a viagem, com números que caem rapidamente ou até aumentam em poucos minutos. Essa estimativa não é um cálculo fixo apenas pela carga restante da bateria. Ela resulta da combinação de algoritmos, sensores e sistemas eletrônicos que analisam o comportamento do carro, as condições da bateria e a forma como o motorista dirige.
O Battery Management System (BMS) monitora continuamente parâmetros como tensão das células, temperatura, corrente elétrica, nível de carga (SoC) e estado de saúde (SoH), usando essas informações para estimar quanto de energia ainda pode ser usada com segurança. O cálculo também considera o consumo recente, além de fatores como temperatura, relevo e hábitos de condução, o que faz a autonomia refletir as condições reais de uso em tempo real.
A SpaceX aumentou no 2º trimestre de 2026 as compras de sistemas de armazenamento de energia da Tesla, os Megapacks, segundo documentos financeiros. No período encerrado em 30 de junho, a empresa desembolsou US$ 295 milhões (R$ 1,5 bilhão) em Megapacks para ajudar a abastecer os data centers Colossus, da SpaceXAI, na Grande Memphis (EUA). Com isso, o total gasto nos dois primeiros trimestres de 2026 chegou a US$ 329 milhões (R$ 1,7 bilhão), e em 2025 a SpaceX havia adquirido US$ 506 milhões em Megapacks.
A expansão da infraestrutura energética é um passo direto para sustentar o crescimento da IA em larga escala, já que os Megapacks armazenam energia para reduzir interrupções e estabilizar operações. Elon Musk também indicou a meta de ter 20 gigawatts de energia e resfriamento ativos até o fim do próximo ano, enquanto a operação na região enfrenta protestos e uma ação judicial da NAACP para contestar o uso de turbinas a gás sem licenças e controles adequados.