Pesquisadores de segurança alertam que conteúdo sexual explícito gerado por IA sem consentimento segue se espalhando sem controle, com compartilhamento em mensagens diretas e armazenamento em nuvens privadas, o que dificulta detecção e denúncia. Um estudo coautorado pela Google com usuários da internet nos Estados Unidos, Austrália e Reino Unido, publicado em julho, aponta que o ponto de intervenção mais crítico está na origem das ferramentas usadas para criar as imagens falsas.
Em testes recentes, pesquisadores do White Circle afirmam que guardrails de geradores de imagens de texto de Google e OpenAI podem estar falhando à medida que os modelos ficam mais capazes. Um preprint divulgado no mês passado descreve vulnerabilidades em DALL·E 3, Nano Banana 2 e GPT-Image-2, com a equipe dizendo que, usando ferramentas disponíveis publicamente e chamadas via API, conseguiu gerar conteúdo explícito cerca de 13% das vezes.
O Wellhub revelou o Panorama do Bem-Estar Corporativo 2027 e indica que a adoção de inteligência artificial pode aumentar a carga de trabalho para quem já domina a tecnologia. No Brasil, 37% dos trabalhadores “avançados em IA” relatam que o uso da ferramenta elevou o volume de tarefas, ante 13% entre quem está nos primeiros estágios de adoção. O levantamento também mostra que, no recorte brasileiro, oito em cada dez usuários avançados orientam outras pessoas sobre as ferramentas.
Os dados ainda apontam diferenças nos relatos de esgotamento: 23% dos profissionais mais avançados dizem ter sintomas de burnout diariamente, contra 11% dos iniciantes. A pesquisa destaca que políticas claras e bem comunicadas sobre IA se associam a maior resiliência, e que 75% dos usuários avançados citam recursos de bem-estar como apoio para se adaptar ao ambiente impulsionado pela tecnologia. O estudo foi conduzido entre 12 e 19 de junho de 2026 com mais de 5 mil profissionais em dez países.
O pendant Friend 2, chatbot em formato de pingente sempre “listening”, chegou em julho custando US$ 249 e usa os “latest language models” da OpenAI. O dispositivo responde a comandos e também pode falar sem ser provocado, com um recurso de “silenciar” que exige toques no aparelho.
A Avi Schiffmann, criadora do Friend, afirmou que a próxima atualização vai tornar os chatbots mais “agentically” e mudar a personalização: em vez de personalidades únicas por usuário, todos conversariam com a mesma entidade, compartilhando contexto entre usuários. A proposta aponta para um “hivemind” do Friend, com mudanças que devem afetar como o sistema se comporta e como a privacidade é tratada.
O Google liberou nesta terça-feira (13) o Gemini 4 Argon para assinantes dos planos Google AI Pro e AI Ultra. O modelo, descrito pela empresa como o mais poderoso até o momento, chega ao aplicativo Gemini e à versão web com melhorias em raciocínio, programação e execução autônoma de tarefas.
Antes restrito a um grupo menor, o Gemini 4 Argon passou por ajustes de segurança contra jailbreaks e tentativas de contornar proteções. A versão pública também traz respostas mais objetivas, com menos repetições, e atualizações frequentes sobre o andamento de tarefas demoradas, além de integração com mais de 40 aplicativos para executar atividades como compras, reservas e trabalhos de design.
Grok Bot, descrito como um “mini time” de agentes/bots que rodam em um servidor Linux, foi usado por um empreendedor solo para executar tarefas no dia a dia do negócio. Ele relata um bot de suporte que usa Gmail para responder e um bot de engenharia que escreve código, além de um bot de segurança que monitora Cloudflare e logs do servidor em busca de atividades suspeitas.
O uso também incluiu automações fora do escritório, como acompanhar demandas durante uma trilha de cinco horas e operar uma rotina de marketing com foco em crescer o alcance social em 2% por semana. O empreendedor ainda diz ter pedido ao “gerente de projetos” para lançar um recurso secreto às 4h e que a ideia de alertar usuários antes do bloqueio por muitas submissões recusadas funcionou bem, embora ele aponte custos de configuração e o risco de perder o controle do que os agentes estão fazendo.
O Google adicionou suporte a modelos locais no Antigravity SDK, permitindo que desenvolvedores construam e executem fluxos de trabalho agentic diretamente nas próprias máquinas, com a opção de misturar modelos da nuvem para tarefas de nível mais alto. A proposta busca dar mais controle sobre privacidade dos dados, custos de inferência, dependência de rede e distribuição de carga computacional.
O SDK também traz orquestração híbrida de agentes, seguindo o padrão Architect-Builder: um agente “arquiteto” define a visão macro e o plano, enquanto agentes “builders” rodam isolados localmente para tarefas como reproduzir vulnerabilidades de segurança, propor correções, revisar patches e executar testes de regressão. Em uma demonstração com auditoria e correção de três módulos Python vulneráveis, o Google informou que apenas 95 de cerca de 3400 tokens foram usados na nuvem para planejamento, com 97,2% do restante processado localmente, sem upload de código; a implementação inicial usa o Gemma 4 26B A4B via LiteRT e também aceita servidores locais compatíveis com OpenAI como Ollama, LM Studio e vLLM.
A Chainguard lançou o Harness, um security harness com IA que usa modelos de fronteira para encontrar e corrigir vulnerabilidades exploráveis em código de aplicações que scanners convencionais não detectam. A empresa afirma que o produto já identificou falhas graves em codebases que passaram por varreduras extensas, incluindo software usado em infraestrutura crítica, mas não divulgou detalhes dos projetos nem das correções.
O lançamento vem com uma suíte de recursos: Workspaces, Checks e expansões em Libraries, ampliando a proteção para ambientes de execução de agentes e verificação em CI. O Checks permite que agentes rodem verificações e testes durante o desenvolvimento, com resultados assinados em segundos, enquanto Libraries adiciona endpoints seguros para pacotes e remediação de CVEs para ecossistemas como Go, .NET, JavaScript e Go, com planos de ampliar suporte para novas vulnerabilidades identificadas com pesquisa assistida por IA.
A consultoria global de TI e inovação Marlabs anunciou o avanço de sua estratégia “AI-First” ao adotar integralmente a suíte de IA generativa da Microsoft. A empresa passou a usar ferramentas como Microsoft 365 Copilot, Copilot Studio, GitHub Copilot e Dynamics 365 Project Operations.
Com a integração, a Marlabs afirma ter registrado aumento médio de 56% na produtividade das equipes e ganho de 20% na velocidade do desenvolvimento de software. A mudança faz parte do plano da companhia para acelerar entregas e aprimorar o uso de dados e automação no trabalho.
A Totvs apresentou no Universo Totvs 2026 um estudo do MIT Sloan Management Review que aponta que 93% das empresas brasileiras ainda adotam inteligência artificial de forma desestruturada, sem incorporá-la à estratégia do negócio. O levantamento, com quase 600 profissionais, também indica que 92% das empresas não integraram a IA à gestão.
Com base nesse diagnóstico, a empresa lançou o Corten, plataforma que integra ERP, nuvem, serviços financeiros e IA com mais de 30 agentes especializados. A Totvs afirma que a solução busca conectar IA e governança corporativa, enquanto o estudo destaca barreiras como o receio de errar (43%), a falta de domínio das ferramentas (37%) e a baixa oferta de capacitação estruturada (7%).
A revisão e humanização de textos gerados com inteligência artificial ganhou nome no mercado: De-AIing. A prática consiste em editar materiais produzidos ou apoiados por IA para torná-los mais naturais, específicos e adequados ao público, ajustando ritmo, substituindo expressões genéricas e reorganizando argumentos.
O trabalho também envolve checar informações, recuperar a voz de quem assina e identificar lacunas em vez de preencher com dados inventados. Com a popularização da IA generativa, empresas, agências e profissionais passaram a buscar esse tipo de serviço para manter qualidade e consistência, enquanto detectores de IA seguem pouco confiáveis e não comprovam autoria humana.
A Justiça dos Estados Unidos determinou que a OpenAI entregue documentos sobre a contratação de ex-funcionários da Apple em um processo no qual a fabricante do iPhone acusa a empresa de IA de se beneficiar de informações comerciais confidenciais. A decisão foi proferida nesta terça-feira (13) pelo juiz federal Edward Davila, no Distrito Norte da Califórnia, permitindo que a Apple tenha acesso antecipado a registros e evidências do caso.
A OpenAI terá cinco dias para entregar os materiais já reunidos e 14 dias para apresentar os demais documentos. Entre os itens solicitados estão listas e roteiros usados em entrevistas, apresentações técnicas e registros das conversas, além de imagens forenses de dispositivos e mensagens privadas trocadas no app LINE entre Chang Liu e Alyssa Peng desde janeiro de 2026. Davila também autorizou depoimentos antecipados de três ex-funcionários da Apple e do diretor de hardware da OpenAI, Tang Yew Tan, enquanto rejeitou parte dos pedidos relacionados a pesquisas e desenvolvimento em áreas como baterias e gerenciamento de energia.
A Meta anunciou a série de modelos de inteligência artificial Muse Wonder, com versões Muse Wonder e Muse Wonder Full, voltadas a executar tarefas complexas com mais autonomia. Os agentes contam com memória entre conversas e conseguem manter um objetivo mesmo diante de erros, com aplicações que vão de organização de finanças pessoais à análise de contratos e ao desenvolvimento de softwares.
O Muse Wonder já está disponível para desenvolvedores e criadores via Meta Model API e Muse Code, enquanto o Muse Wonder Full é exclusivo para assinantes do Muse Code. A Meta diz que os modelos usam Active Memory para recuperar informações relevantes de interações anteriores e Active Focus para perseguir objetivos, testar abordagens, corrigir erros e solicitar confirmação do usuário antes de ações importantes, além de reforçar segurança e proteção de dados.
Um engenheiro da OpenAI é acusado de esconder um dispositivo de gravação de áudio em um pedaço de papel higiênico e instalá-lo atrás de um monitor em uma sala de reuniões executivas em um escritório em São Francisco. Segundo uma queixa criminal tornada pública, Abdulrahman Alfozan teria passado semanas consultando um “productivity agent” e um chatbot de IA para planejar a operação, incluindo o uso de uma ferramenta interna para checar reuniões no local.
A acusação também afirma que ele teria usado uma conta de chatbot ligada à esposa para tirar dúvidas técnicas sobre a instalação do equipamento. Após uma varredura de contravigilância em 30 de setembro, a equipe de segurança da OpenAI encontrou o dispositivo e acionou o FBI, além de desativar gradualmente o acesso de Alfozan aos sistemas da empresa durante a investigação.
O Pulse Local é um aplicativo completo de budgeting que inclui um chat para responder perguntas usando os próprios dados do usuário. Em vez de enviar o extrato para um modelo hospedado, o app mantém o “ledger” no disco e envia apenas a pergunta junto com as linhas que respondem a ela para um modelo que fica localmente, sem endpoint de envio.
O sistema usa modelos distribuídos como arquivos ao lado do ledger e promete privacidade ao não depender de um serviço de IA online. O app também permite revisar detalhes de gastos, comparar meses e ajustar categorias, além de oferecer recursos como planos, regras, splits, cash flow e forecast; a versão beta é para Mac com Apple Silicon, com preço de US$ 29/ano para o Sync Pass no recurso de sincronização bancária.
Andrew Feldman, CEO e cofundador da Cerebras Systems, afirmou no TechCrunch Disrupt 2026 que está “bem perto” de um futuro em que cada pessoa terá um assistente de IA em casa. Ele citou a evolução de agentes de IA voltados ao uso cotidiano, como Muse, da Meta, e a startup Instinct, avaliada em US$ 10 bilhões.
Feldman disse que esses assistentes devem rodar parte localmente e parte na nuvem, com um “perímetro de segurança” e capacidade de acessar cartões de crédito para compras. Ele também relatou que já usa “uma coleção de agentes” para organizar a agenda e consultar informações sobre pessoas com quem vai falar, destacando as novas possibilidades trazidas pela tecnologia.
A Workday colocou a Sana, seu assistente de IA, como a nova “home screen” para módulos de RH, finanças e TI. Na demonstração, a interface é montada dinamicamente: ao pedir informações como valor do pagamento, o sistema exibe um cartão com o montante oculto até um clique; ao solicitar folga, aparece um seletor de datas com o restante do formulário preenchido pela assistente.
A construção usa o Jev, modelo de decisão da TypeSafe, para escolher componentes atômicos do design system em vez de gerar a interface inteira. A empresa afirma que o Jev responde em 70 a 500 milissegundos, e que a lógica de seleção não é codificada pelo time, com a necessidade de acertar também o pré-carregamento de dados para que elementos apareçam em tempo real durante a interação.
A SpaceXAI lançou o The X Subscription, um plano único que reúne Cursor, Grok e X Premium, com cinco tiers que vão do gratuito até US$ 200 por mês. O pacote compartilha uma mesma “pool” de uso de modelos Grok entre produtos elegíveis e mantém, por enquanto, os planos atuais de assinantes do Cursor.
A mudança mais relevante para desenvolvedores está na forma de cobrança do Cursor: modelos de terceiros como Claude (Anthropic) e GPT (OpenAI) passam a ser cobrados à taxa padrão de API desde a primeira solicitação, mesmo para quem assina os tiers mais caros. Com isso, o acesso a modelos de terceiros começa no tier US$ 30 Premium, mas o consumo deixa de estar incluído na assinatura e passa a ser pago via créditos pré-pagos.
A SpaceX lançou a “X Subscription”, uma assinatura única que reúne X Premium, Grok, Grok Bot e Cursor em um único pagamento. O plano tem níveis diferentes e pode chegar a até US$ 200 por mês, com a opção também voltada a equipes profissionais.
O pacote inclui selo de verificação e recursos do X Premium, acesso ao chat, gerador de vídeos e à API do Grok, além do agente de IA Grok Bot para automatizar tarefas. Para programação, a assinatura traz recursos do Cursor com agentes, hospedagem e revisão de código por IA, com algumas funções restritas aos níveis mais caros, como Grok Bot e acesso a APIs no Cursor.
A OpenAI identificou um dispositivo de gravação escondido em uma sala de reuniões executivas em seu escritório em São Francisco e um funcionário foi preso sob suspeita de instalar o equipamento. Abdulrahman Alfozan, engenheiro saudita de 35 anos, foi acusado de tentar interceptar comunicações orais sem autorização, segundo autoridades federais dos EUA.
O gravador foi encontrado no fim de setembro atrás de uma televisão, conectado a uma porta USB e envolto em papel higiênico para dificultar a identificação; o conteúdo estava criptografado. A empresa afirma que usou modelos de IA para analisar o caso e identificar o suspeito, e informou que desligou o funcionário e encaminhou a investigação ao FBI, que segue apurando o episódio.
O engenheiro de software Brandon Thomas lançou a ArtCraft, uma suíte de programas gratuitos e de código aberto criada com ajuda da inteligência artificial Claude, da Anthropic. A proposta oferece alternativas a ferramentas populares da Adobe e da Microsoft, como Photoshop, Word e Excel, com aplicativos instalados no computador e compatíveis com Windows, macOS e Linux.
A suíte inclui módulos como PhotoCraft (edição de imagens), FilmCraft (vídeos) e VectorCraft (ilustrações vetoriais), além de opções de produtividade como WordCraft, GridCraft e DeckCraft. O projeto também aposta em funcionamento offline e acesso ao código-fonte para reduzir a dependência de assinaturas e serviços web, mas enfrenta questionamentos sobre qualidade, segurança e manutenção, especialmente por envolver a geração de grandes volumes de código com IA.
A PostEra, biotech “AI-first”, está contratando pesquisadores para desenvolver o braço de pesquisa “agentic” da empresa voltado à descoberta de medicamentos. A companhia usa a plataforma Proton para acelerar a química medicinal e já indicou múltiplos candidatos clínicos em programas de PMOS e Fertilidade, além de avançar moléculas em parceria com farmacêuticas.
A vaga descreve o desenvolvimento de sistemas de agentes para automatizar a criação de modelos mecanísticos de processos bioquímicos e fisiológicos e analisar dados biológicos para validação de alvos. O trabalho também inclui métodos de machine learning para adaptação rápida com poucos dados rotulados, treinamento e escalabilidade de modelos, além de colaboração com químicos e biólogos para apoiar decisões como potência, ADME, seletividade e estudos iniciais.
O YouTube expandiu o recurso Ask YouTube para celulares e outros dispositivos móveis. A ferramenta abre uma janela de conversa com uma IA para ajudar a encontrar vídeos mais adequados a cada busca.
Anunciado em maio na versão para computadores, o recurso está sendo liberado aos poucos, mas por enquanto só está disponível nos Estados Unidos. O Ask YouTube permite fazer perguntas por termos específicos e receber respostas que combinam clipes e informações extraídas dos vídeos, com opção de continuar a conversa ou abrir trechos na minutagem exata em que o tema aparece.
Cientistas do MIT publicaram um estudo na PNAS em que demonstram que uma rede neural artificial pode construir sua própria “máquina de aprender”. Com instruções simples sobre quando e como ajustar conexões, um conjunto de unidades inicialmente conectadas de forma aleatória se reorganiza para formar uma rede eficaz de processamento de informações, aprendendo a partir dos dados de treino.
Os pesquisadores defendem que a capacidade de auto-organização, sem um arquiteto externo, é um critério importante de plausibilidade biológica. Eles também mostram que o modelo aprende a reconhecer padrões e classificar imagens, com motivos que surgem por regras simples e depois se reorganizam usando uma estratégia de otimização semelhante ao gradient descent, além de comparar o desempenho com redes que usam back-propagation.
Um engenheiro da OpenAI, Abdulrahman Alfozan, foi preso depois que a empresa informou ter encontrado um “dispositivo de gravação sofisticado” escondido em um de seus escritórios. Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Alfozan, de 35 anos, enfrenta acusações relacionadas ao uso ou tentativa de usar um dispositivo para interceptar comunicações orais.
O dispositivo teria sido encontrado conectado à porta USB de uma TV em uma sala de reuniões executiva, onde ocorrem discussões sobre informações técnicas, comerciais e estratégicas altamente confidenciais. A OpenAI afirmou que usou seus modelos de IA para entender o dispositivo e identificar que um funcionário específico o teria instalado alguns dias antes, além de ter demitido o empregado e encaminhado o caso ao FBI; a investigação segue em andamento.
Rumores indicam que a NVIDIA planeja lançar uma nova GeForce RTX 5080 com 24 GB de VRAM, para o começo de 2027, substituindo a versão atual de 16 GB. A informação não oficial, atribuída ao Benchlife, também sugere que as parceiras da empresa ainda não receberam detalhes formais, apenas “notificações verbais” sobre o repasse de informações em breve.
O rumor levanta a dúvida se essa GPU seria uma “RTX 5080 SUPER”, já que, em discussões anteriores sobre a linha SUPER, a mesma quantidade de memória aparecia associada ao modelo. Com mais VRAM, a RTX 5080 de 24 GB pode abrir espaço para usos com treinamento de IA, que costuma exigir mais memória de vídeo, além de atender cenários em jogos em 4K que podem ultrapassar 16 GB com Ray/Path Tracing e geradores de quadros.
Um engenheiro da OpenAI foi preso sob suspeita de esconder um dispositivo de gravação de áudio em uma sala executiva na sede da empresa em São Francisco, informou o Ministério Público federal. Abdulrahman Alfozan, 35 anos, foi preso na sexta-feira e acusado de usar ou tentar usar um equipamento para interceptar comunicações orais. Ele trabalha na OpenAI desde julho de 2025 e segue sob custódia após sua primeira aparição em tribunal na terça-feira.
Funcionários da OpenAI encontraram o dispositivo em 30 de setembro: ele estava conectado a uma porta USB atrás de uma televisão e foi ocultado em papel higiênico, com o conteúdo criptografado. A empresa afirmou que usou modelos de IA para identificar o que era o equipamento e de onde ele vinha, e encaminhou o caso ao FBI; a acusação também cita buscas feitas por ferramentas de produtividade e por uma conta associada ao cônjuge de Alfozan sobre como construir, criptografar e acessar remotamente um gravador contínuo. Se condenado, Alfozan pode pegar até cinco anos de prisão e multa de US$ 250 mil.
A Mozilla apresentou o Firefox Enterprise, uma plataforma paga para administração corporativa do navegador, com foco em segurança e controle de dados. A solução permite definir políticas de segurança, gerenciar extensões e estabelecer permissões conforme a identidade do funcionário e as condições do dispositivo.
O Firefox Enterprise também inclui controles para prevenção contra perda de dados por site e ação do usuário, com avisos ou bloqueios para envio e download e para copiar e colar. Além disso, a empresa pode autorizar, limitar ou bloquear ferramentas de IA no navegador, com políticas por usuário ou área; as vendas começam na França, Alemanha, Áustria e Suíça, enquanto Firefox e Firefox ESR seguem gratuitos.
A Apple anunciou o HomeView, uma tela inteligente de 7 polegadas que reúne entretenimento, videochamadas e controle da casa inteligente. O dispositivo estreia uma nova versão da Siri com inteligência artificial e respostas personalizadas para os moradores.
O HomeView custa US$ 299 nos EUA (cerca de R$ 1.490) e chega às vendas em 13 de novembro em mercados como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, Índia e Nova Zelândia, sem previsão para o Brasil no lançamento inicial. A interface ajusta brilho e informações conforme a iluminação e a distância do usuário, identifica até seis pessoas por reconhecimento facial e integra funções como chamadas FaceTime, comandos de voz e monitoramento de até nove câmeras.
A Apple anunciou o HomePod mini 2, nova geração da caixa de som inteligente, com suporte à Siri com inteligência artificial (IA). O dispositivo chega com cinco opções de cores e recursos de áudio que permitem montar um sistema de som surround com quatro caixas ao ser combinado à Apple TV 4K de quarta geração.
A empresa também promete uma Siri mais conversacional, capaz de usar contexto pessoal e informações atualizadas da internet para executar tarefas. O recurso, chamado Siri AI, será disponibilizado por atualização futura e poderá reconhecer até seis pessoas pela voz; o processamento pode ocorrer no dispositivo ou via Private Cloud Compute, com a Apple afirmando que, na nuvem privada, os dados não ficam armazenados nem acessíveis à empresa ou a terceiros.
A Meta apresentou os modelos Muse Wonder e Muse Wonder Full, descritos como as IAs mais avançadas da empresa para agentes pessoais e profissionais. Os sistemas foram treinados para tarefas com várias etapas, como analisar contratos, desenvolver aplicativos e operar navegadores e outros programas.
O Muse Wonder traz o Active Memory, que permite guardar informações entre conversas e recuperá-las em novas tarefas, além do Active Focus para manter o agente trabalhando diante de dificuldades. Em demonstrações, a Meta mostrou o modelo usando um navegador para criar e encomendar produtos a partir de fotos do Instagram e também dividindo projetos de programação entre subagentes; o Muse Wonder já está disponível para desenvolvedores e o Wonder Full fica restrito a planos pagos do Muse Code.
A Apple anunciou o HomeView, novo dispositivo para casa inteligente que mira a linha Echo Show da Amazon. O aparelho traz tela de 7 polegadas, reconhecimento facial para até seis pessoas e uma versão reformulada da Siri com recursos de inteligência artificial.
O HomeView permite controlar acessórios de automação residencial, participar de chamadas pelo FaceTime e acompanhar câmeras de segurança, além de exibir até nove câmeras simultaneamente com reconhecimento via HomeKit. O dispositivo chega ao mercado internacional em 13 de novembro por US$ 299 e inclui a Siri AI inicialmente em beta, com suporte ao inglês, enquanto funções que dependem de contexto pessoal exigem iPhone ou iPad compatível com Apple Intelligence.
A Apple anunciou o HomePod Mini 2 com um novo chip S10 capaz de rodar o Siri AI, mas a empresa afirmou que as novas funções de IA não estarão disponíveis no lançamento. O recurso deve chegar em uma atualização de software posterior, exigindo um iPhone compatível com Apple Intelligence (iPhone 15 Pro ou mais recente) para habilitar o upgrade.
Além do Siri AI, o HomePod Mini 2 traz o recurso sound glow, que sincroniza as luzes com a arte do álbum, e pode virar o alto-falante padrão do Mac. O dispositivo também ganha suporte a surround sound com o novo Apple TV 4K, e até quatro unidades podem ser pareadas para montar um setup de home theatre; as pré-vendas começam em 13 de outubro e o envio está previsto para 30 de outubro.
A Apple apresentou o Apple TV 4K de 4ª geração com microfones de longo alcance para conversar com a Siri sem precisar usar as mãos. O aparelho também traz Find My integrado ao controle e um novo recurso de home theatre para parear até quatro HomePods ou HomePod Mini 2s em configurações de surround.
O streaming box chega com chip A19 e suporte a “Siri AI” com respostas em linguagem natural, além de personal context para puxar informações do iPhone compatível com Apple Intelligence, como mensagens para recomendações e reprodução de conteúdo. O modelo custa US$ 299, estará disponível em 13 de novembro e os pedidos começam hoje, 13 de outubro.