TER · 13 OUT 2026 ÚLTIMA: Spotify dobra mudanças mensais com IA e reforça controles de qualidade São Paulo · PT-BR
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Engenharia · Software com IA

Spotify dobra mudanças mensais com IA e reforça controles de qualidade

A Spotify ampliou o uso de desenvolvimento assistido por IA e mais que dobrou as mudanças mensais mescladas, de cerca de 8.100 para 17.000 ano a ano em agosto. Com o aumento do volume de alterações nos sistemas de produção, a empresa ajustou controles de qualidade e confiabilidade para lidar com a nova escala.

A companhia opera quase 3.000 serviços de produção para 777 milhões de usuários ativos mensais e relata desafios em processamento de conteúdo, automação de frota e capacidade de computação. Entre as respostas estão melhorias em monitoramento e testes, salvaguardas de rollout e capacidade de rollback, além da adoção do Honk, um agente de codificação em background que executa o Claude via Agent SDK em pods no Kubernetes.

InfoQ · 12/10 · 13:57 · Ler matéria completa ↗ · Abrir no portal · ·
IA

Pesquisa aponta GEO: estratégias para aparecer nas respostas de IA

Pesquisadores apresentaram na conferência KDD o estudo “GEO: Generative Engine Optimization”, voltado a melhorar a visibilidade de conteúdos nas respostas de mecanismos generativos. Nos testes descritos, intervenções específicas aumentaram a presença em até 40%, variando conforme o tema pesquisado.

O movimento é comparado ao SEO, mas com uma diferença: ao perguntar a uma inteligência artificial, muitas vezes o usuário recebe uma resposta pronta em vez de uma lista de opções. O texto destaca ainda como a construção de um “rastro público” — entrevistas, artigos, participações e fontes — pode influenciar o que sistemas como os buscadores associados ao ChatGPT encontram e citam, exigindo que assessorias e relações públicas considerem como esses dados são lidos e organizados.

IA

Starlink Direct to Cell: satélites conectam celulares no Brasil em testes

A Starlink já permite que celulares se conectem diretamente aos satélites por meio da tecnologia Direct to Cell, sem a antena usada no serviço residencial. A proposta evoluiu de mensagens de texto para acesso a dados e chamadas via aplicativos, com operação feita em parceria com operadoras de telefonia que disponibilizam parte das frequências.

No Brasil, Vivo e Starlink participam de um ambiente experimental autorizado pela Anatel, com permissão válida até abril de 2029, mas ainda sem oferta comercial ampla. Enquanto isso, a SpaceX recebeu autorização da FCC para implantar até 15 mil satélites de nova geração, com novas frequências para ampliar cobertura e capacidade, inclusive em ambientes internos, aproximando a tecnologia de serviços móveis mais avançados.

2 resultados para royalties

Quinta · 20 ago 2026-08-20 1 matéria
IA RISC-V e hardware aberto entram na disputa global por chips
Pesquisa · IA

RISC-V e hardware aberto entram na disputa global por chips

A disputa global por semicondutores se intensificou com controles de exportação dos EUA para chips de IA como o H200 e exigência de licenças anuais para fábricas estrangeiras que operam na China. Do outro lado, a China respondeu com restrições sobre terras raras e minerais críticos e com investimentos para criar alternativas domésticas, mantendo a produção de chips de classe de 7 nanômetros com custo maior.

Nesse cenário, a proposta de abrir a arquitetura do hardware ganha força com a RISC-V, uma arquitetura de instruções aberta e livre de royalties, citada como caminho para reduzir a dependência de licenças que podem ser cortadas. O texto aponta que o Brasil importa cerca de US$ 5 bilhões em semicondutores por ano, mas aposta em etapas de projeto e em iniciativas como o Projeto Macau (UFSM com MCTI) e a adesão à RISC-V International em 2024, destacando a necessidade de continuidade para avançar.

#InteligenciaArtificial · #IA · #Semicondutores · #RISC-V · #HardwareAberto · #SoftwareLivre

Canaltech 11:00
Domingo · 02 ago 2026-08-02 1 matéria
IA Startup tenta “pagar artistas” no AI de vídeo — será que basta?
Pesquisa · IA

Startup tenta “pagar artistas” no AI de vídeo — será que basta?

A The Verge relata a disputa em torno de IA generativa treinada com obras de artistas sem consentimento e destaca a startup Pippa, lançada em maio, que tenta mudar esse modelo. A empresa diz que compensa criadores quando o estilo usado nas imagens e clipes gerados por assinantes deriva do trabalho de um artista parceiro, com valores de US$ 0,005 por imagem e US$ 0,003 por segundo de vídeo, além de participação em um pool de royalties de 5% financiado pelas assinaturas (planos de US$ 14,99 a US$ 99,99). A Pippa afirma ter cerca de 800 assinantes pagantes e acordos com quatro artistas, em processo de expansão, com um fluxo de validação para aprovar quem pode entrar.

Apesar do discurso de “ética”, a matéria aponta que a tecnologia ainda usa modelos abertos que passam por treinamento inicial com um conjunto mais amplo de conteúdo disponível na internet — ou seja, não elimina totalmente o problema de “creative theft”. Para devs e makers, o caso reforça que “pagamento” e “consentimento” precisam andar juntos: em produtos de IA, a transparência sobre dados de treino e mecanismos de compensação tende a virar requisito prático para adoção e para reduzir riscos legais e reputacionais.

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The Verge (AI) 13:00